domingo, 5 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 14 de março de 2011
Simplesmente amar - Walmir Alencar

sábado, 5 de fevereiro de 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010

Tudo depende de você. Depende para onde você está indo. Depende dos seus propósitos. Depende da sua visão. Depende do lugar que você tem reservado para Deus em sua vida.
Deus tem o maior interesse em ser o Senhor das nossas vidas, mas cabe a nós decidir se Ele assim será.
Qual o seu deserto? Que dificuldades tem sido lastimantes para que você pense estar sozinho em meio à multidão?
Ora estamos num pasto verdejante, sentindo no cair da noite um orvalho refrescante. Ora estamos em meio ao calor sufocante de um deserto que parece não ter fim. Há diferença entre tais cenários? Tudo depende de você. Depende para onde você está indo. Depende dos seus propósitos. Depende da sua visão. Depende do lugar que Deus tem ocupado na sua vida.
Qualquer caminho é caminho quando Deus não faz parte dos nossos planos, quando decidimos por nós mesmos traçar o rumo das nossas vidas. Mas, quando colocamos nossas vidas nas mãos de Deus, creia, haverá um pasto verdejante no deserto mais caloroso em que você estiver. Ao sair do Egito, para Israel durante o dia Deus era sombra, durante a noite Deus era luz. Refúgio e direção. Sejam quais forem os personagens que você leia, Deus tinha um propósito na vida de cada um daqueles que atravessaram qualquer deserto.
Qual o seu deserto? Não importa, Deus tem algo a te mostrar. Dentre todas as lições que você possa tirar, a maior é a dependência nEle. Aqueles que não dependeram de Deus na atravessia do deserto para a chegada na terra que manava leite e mel, nem chegaram a entrar na Canaã. Deus tem uma Canaã para cada um de nós. Se vamos chegar? Tudo depende de nós. Depende para onde nós estamos indo. Depende dos nossos propósitos. Depende da nossa visão. Depende do lugar que Deus tem ocupado nas nossas vidas.averão pastos, sempre haverão desertos. Aleluia! Sempre, sempre haverá Deus!
O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias." (Salmo23)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Som do coração

Quando vamos a um show, a uma apresentação de uma orquestra sinfônica ou até mesmo quando abraçamos o violão para tocar, nem sempre imaginamos o carinho com que o instrumento pode ter sido feito. Lembro-me da reportagem que fiz sobre o “luthier”, o profissional que fabrica instrumentos de corda de forma artesanal, como no princípio dos tempos musicais. Foi na minha cidade natal.
O homem de uns 50 anos tinha fama de ser o melhor de Campos dos Goitacazes (RJ) nessa arte. E a caminho de sua casa, fiquei me perguntando o que o fazia ser tão bom naquilo que se propôs a fazer. Ao chegar a sua casa tomei um susto. No quintal havia um monte de madeira, que parecia estar ali havia muito tempo. E logo o craque do assunto me explicou que esse era o primeiro passo para se fabricar um bom instrumento.
É necessário que a madeira fique exposta ao tempo, na chuva e no sol intenso, no sereno e no vento, para que sofra todas as transformações. Rachar o que precisa rachar, empenar o que precisa empenar, ressecar o que precisa ser ressecado. Só depois de viver as quatro estações do ano, ela estará pronta para ser transformada.
Então vi o carinho com que esse artista se debruçava na madeira, cortando suas rachaduras, tornando plano e reto o que estava torto, lustrando e lubrificando o que estava seco. Os maiores tesouros materiais que este homem tinha eram suas ferramentas (as ferramentas eram os maiores tesouros que este homem tinha em suas mãos). Era com elas que ele transformava a madeira bruta em arte admirável. Era com elas que ele moldava o instrumento. As maiores realizações deste homem eram os instrumentos prontos e lindos de se ver. Violinos, violões, guitarras, baixos, cavaquinhos. Cada um com sua história pessoal com o artesão. Cada um com sua característica sonora. Cada um proporcionando satisfação às mãos de quem toca e aos ouvidos de quem se emociona com os acordes.
Neste dia quero convidá-lo para ser madeira bruta nas mãos do nosso "Luthier Divino".
Permita que Ele arranque as rachaduras de seu coração, torne reto e plano o caminho que estava torto e encharque, com a água viva do Espírito Santo, todos os cantos do seu ser que foram ressecados pelas decepções da vida. E que ao ser moldado, você se transforme no mais belo instrumento capaz de alcançar os corações com o som que o Senhor toca em você.
Deus o abençoe!
Wallace Andrade - Com. Canção Nova
http://blog.cancaonova.com/folhaseca
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Quer ter segurança? Espera em Deus!
Quem firma os nossos passos na justiça é o Senhor. É o Espírito Santo que dá a cura para o corpo e a firmeza para a nossa alma. Quem o sustenta é o Senhor, então espere n'Ele e não deixe apagar no seu coração a chama da esperança, não deixe que aquilo que os outros lhe dizem apague sua esperança. Não dê ouvidos a certas coisas, mas ouça Aquele que fala no seu coração: “Sou Eu quem sustenta os passos daquele que caminha nos meus caminhos”. Se somos orantes e esperamos em Deus, o maligno não tem o poder de nos tocar. E se tropeçamos, não desanimemos, pois nós não fomos feitos para ficar prostrados, jogados na vida, fazendo as coisas de qualquer forma! E ainda que tenhamos tropeçado ou até caído naquele pecado no qual há muito tempo não caíamos, mas, agora, se isso aconteceu, levantemo-nos, porque não fomos feitos para ficar prostrados.
Espere no Senhor de maneira ativa “Espera no Senhor e faze o bem!” (Salmo 36 (37), 3), enquanto esperamos, nós devemos vigiar fazendo o bem, e ao fazê-lo, dando o melhor de nós em tudo o que realizamos, porque reconhecemos que não temos nada, muitas vezes, para oferecer. Porém, até mesmo do nosso nada nós tiramos o melhor de nós e oferecemos a Deus.
Esperamos e não nos precipitamos diante das situações, pois quanto mais queremos que Deus intervenha numa situação, menos nós agimos de maneira precipitada. Fazer o bem é a melhor maneira de esperarmos a graça de que tanto necessitamos de Deus, porque é certo que Ele virá.
Por isso os santos sabiam que a graça pela qual eles tanto esperavam – eles esperavam fazendo o bem e acolhendo a todos que vinham ao seu encontro – não poderiam deixá-la passar.
“A Palavra de Deus diz: “Espera no Senhor e faze o bem, assim permanecerás na terra e terás segurança”. Quer ter segurança? Espera em Deus e faça o bem. Nós sabemos que a alegria nos rejuvenesce, mas a tristeza envelhece o corpo, porque é uma doença da alma. A tristeza se manifesta no semblante da pessoa que sofre, mas a alegria, nos renova. E neste mundo contraditório só é feliz quem põe sua esperança e suas delícias em Deus.
Quando abraçamos a vontade de Deus para a nossa vida, o nosso coração se alegra e se rejuvenesce, porque vamos nos tornando homens novos, porque nos deliciamos em fazer o bem e em estar na presença de Deus.
”Põe no Senhor as tuas delícias e o Senhor atenderá o que o seu coração deseja” (Salmo 36 (37), 4). Entrega a Jesus o seu futuro, porque nenhum de nós o tem nas mãos, mas nós que sabemos que somos fruto do amor de um Deus, que nos ama. Nunca podemos nos desesperar, porque sabemos que o Senhor agirá no hoje e no nosso futuro.
É Deus quem testemunha sobre nós diante das situações e das pessoas. Por isso nós não precisamos nos preocupar porque tudo o que é feito às escondidas aparecerá, mas se vivemos na verdade a justiça divina brilhará para nós. E quem vive assim, descansa no Senhor, porque sabe esperar n'Ele."
Fonte: Canção Nova
Para onde irei, Senhor?

Além do que meus olhos podem ver
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bruno Camaruti - 'Leva um tempo'

Leva um tempo
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Simplesmente Confie.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Confie
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Renovai sem cessar
terça-feira, 22 de junho de 2010
Esperar

quarta-feira, 16 de junho de 2010
Liberdade

Quantos de nós já não tivemos uma imensa vontade de sair voando
Vamos falar sobre liberdade? Parece encantador pensar em ser livre como um pássaro, não é mesmo?
Quantos de nós já não tivemos uma imensa vontade de sair “voando” por aí, vendo-nos livres das responsabilidades, das dificuldades, daquilo que nos aflige, daquela prova que não queremos fazer, daquela decisão que não queremos tomar ou, simplesmente, ser livre para não seguir regras de casa, dos pais, da sociedade.
Mas será que tudo é permitido? Nossa referência é da liberdade enquanto poder, ou seja, daquele desejo de ultrapassar limites e nesse sentido, quanto menos limites, restrições e regras, tanto maior é sensação de liberdade sentida pela pessoa. Porém, isso é uma visão distorcida do verdadeiro ser livre. Esta passagem bíblica nos traz esta recordação: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” (cf. I Cor 6,12).
Não é possível negar uma realidade que sempre impõe regras a serem respeitadas e delas dependem a convivência saudável de uma comunidade. Assumir suas escolhas, analisar as possibilidades e observar os caminhos disponíveis de forma consciente são atos de liberdade; de liberdade responsável, especialmente, quando, de fato, tomamos um posicionamento definido.
O não escolher já é uma escolha. Porém, as escolhas podem ser mais ou menos conscientes. Quando ela não é clara para o homem, quando os motivos não estão explicitados, a escolha transforma-se em condenação – pois de qualquer maneira haverá uma escolha.
Liberdade é própria do homem; quando podemos ser livres nessas escolhas nos colocamos em papel de responsáveis pelos atos e pelas consequências destes. Fugindo e deixando que os outros pensem por nós, decidam por nós, ou ainda que atribuamos a responsabilidade para o outro, isso também é um ato livre, mas, talvez, não o mais consciente.
Ser livre é assumir responsabilidade por cada momento de seu viver, cuidando de suas escolhas da maneira mais autêntica possível, encarando os desafios e a angústia de estar lançado em um mundo que não oferece nenhum tipo de garantia de sucesso ou felicidade. Essas conquistas irão depender da maneira como cada um constrói seu caminho para a realização de seus projetos e como cada um de nós assume o projeto de liberdade responsável em nossas vidas, conduzindo nossa existência, porque ”Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”.









